Rodriguezia pardina

 

 

Hoje vou falar sobre mais uma planta fenomenal. Uma planta pertencente a um dos gêneros que mais admiro e cultivo. Uma planta de pequeno porte mas de enorme beleza. Uma planta de diminutas mas simpáticas e encantadoras flores.  Uma planta que cultivo com muito carinho e que recomendo a todos os amigos que acompanham este blog. Estou falando da Rodriguesia pardina…

 

… uma joia capixaba

 

Rodriguezia (abreviatura: Rdza.) é um gênero botânico pertencente à família Orchidaceae, composto por aproximadamente 45 espécies, todas de hábito predominantemente epífita, originárias da América tropical, desde o México até o noroeste da Argentina.

 

Rodriguezia pardina - ocorrencia do genero JPG

Rodriguezia  –  Ocorrência

Imagem retirada da internet – Site:
http://www.imagui.com/a/imagenes-de-el-mapa-de-las-3-americas-cyEao8Exo

 

 

Mais da metade destas espécies são nativas do Brasil, e podem ser encontradas na região norte da Amazônia e na Serra do Mar das regiões sudeste e sul.

 

Rodriguezia pardina - ocorrencia do genero no BRASIL JPG

Rodriguezia no Brasil

Imagem retirada da internet – Site:
http://www.portalpower.com.br/trabalho-escola/mapa-capitais-brasil/

 

 

Este simpático gênero foi descrito em 1794 pelos botânicos espanhóis José Antonio Pavon Jimenez (1754 – 1840) e Hipólito Ruiz López (1754 – 1815), quando descreveram a planta “tipo” do gênero, a Rodriguezia lanceolata.

 

Rodriguezia pardina - Rodriguezia lanceolata JPG

Rodriguezia lanceolata

Planta de minha coleção

Créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

Ruiz & Pavon, como ficaram conhecidos, participaram da primeira grande expedição botânica ao Novo Mundo, durante o reinado de Carlos III da Espanha. Durante onze anos, de 1777 a 1788, eles descreveram centenas de plantas da flora sul-americana, com ênfase nas peruanas e chilenas.

 

Rodriguezia pardina - Carlos III JPG

Carlos III da Espanha

Imagem retirada da internet – Site:
https://historiaespana.es/biografia/carlos-iii-espana

 

 

O gênero Pavonia, pertencente à família Malvaceae, foi nomeado em homenagem a José Antonio Pavon Jimenez, por sua dedicação ao estudo da flora chilena.

 

Trabalhando em conjunto, José Antonio Pavon Jimenez e Hipólito Ruiz López publicaram as seguintes obras de grande valor científico:

  • Florae Peruvianae, et Chilensis Prodromus – 1794
  • Systema Vegetabilium Florae Peruvianae et Chilensis – 1798
  • Flora Peruviana, et Chilensis, sive, Descriptiones et icones plantarum Peruvianarum, et Chilensium, secundum systema Linnaeanum digestae, cum characteribus plurium generum evulgatorum reformatisauctoribus (obra em 3 volumes) – 1798 a 1802.

 

Apenas como curiosidade, estes brilhantes botânicos espanhóis também são responsáveis pela descrição da Heliconia rostrata, popularmente conhecida como “bananeira-do-brejo” ou “papagaio”. Trata-se de uma planta pertencente à família Heliconiaceae, famosa por suas inflorescências pendentes e por suas vistosas flores, carregadas de um doce néctar de sabor irresistível para os pássaros, principalmente os beija-flores.

 

Rodriguezia pardina - Heliconia rostrata JPG

Heliconia rostrata

Foto retirada da internet – Site:
https://nurserylive.com/buy-heliconia-like-plants-online-in-india/heliconia-rostrata-plants-in-india

 

 

 

Para mim é impossível não associar o nome deste gênero ao de João Barbosa Rodrigues (1842 – 1909), mineiro da cidade de Contagem, um homem simplesmente brilhante e com certeza um dos grandes expoentes da orquidologia mundial.

Mas na realidade o nome Rodriguezia não tem nenhuma relação com Barbosa Rodrigues. Trata-se de uma homenagem de Ruiz & Pavon a Manuel Rodriguez, médico e botânico também espanhol.

 

Enfim, sem querer menosprezar o trabalho e a história do médico Manuel Rodriguez, dos quais nada conheço, acho que seria extremamente justo ter um gênero de plantas da família Orchidaceae homenageando nosso maior representante na área, principalmente em um caso como o deste gênero, que tem no Brasil o seu principal reduto.

 

 

As quase cinquenta espécies deste maravilhoso gênero podem ser divididas em dois grupos, diferenciadas pelo porte da planta e pela forma de crescimento.

 

Grupo 1:

 

Formado por espécies de crescimento cespitoso (1*). As espécies deste grupo possuem rizoma mais curto, além de pseudobulbos pequenos e alongados, folhas grossas, lanceoladas e acanoadas, e inflorescências curtas suportando muitas flores. Ex.: Rodriguezia lanceolata e Rodriguezia venusta.

 

(1*) Crescimento cespitoso: termo botânico utilizado para designar plantas que crescem lançando novos brotos ou caules de maneira aglomerada, formando touceiras.

 

Rodriguezia pardina - Rodriguezia venusta JPG

Rodriguezia venusta – conhecida popularmente como “orquídea véu-de-noiva”

Planta de minha coleção

Créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

Grupo 2:

 

Formado por espécies de crescimento escandente (2*). As plantas deste grupo anteriormente formavam o gênero Burlingtonia dentro da família Orchidaceae. Possuem rizoma muito longo, pseudobulbos de formato elíptico e muito espaçados, folhas de formato ovalado e planas, e inflorescências mais longas e com menos flores do que as representantes do grupo anterior. Ex.: Rodriguezia decora e Rodriguezia obtusifolia.

 

(2*) Crescimento escandante: termo botânico utilizado para designar plantas que crescem emitindo novos brotos para o alto, de modo a subir pelas árvores em direção à luz.

 

Rodriguezia pardina - Rodriguezia decora JPG

Rodriguezia decora

Planta de minha coleção

Créditos fotográficos: Cristiano de Andrade Nogueira (Curitiba – PR)

 

 

Pela exuberante beleza de suas formas e cores, pela quantidade de flores por inflorescência, e pelo delicioso perfume de suas plantas, as diversas espécies de Rodriguezia são muito empregadas na arte da hibridação. Abaixo mostro alguns dos tantos híbridos intergenéricos envolvendo orquídeas deste gênero.

 

Rodriguezia pardina - hibridos JPG

 

 

Exemplifico o tema com fotos de plantas de minha coleção. Ambas possuem Rodriguezia em sua composição:

 

 1 – Híbrido intragenérico (orquídea oriunda de cruzamentos envolvendo plantas do mesmo gênero):

 

Rodriguezia pardina - Arvores 2

 

Rodriguezia pardina - Rodriguezia hibrida JPG

Rodriguezia Burgundy x Rodriguezia bracteata

Planta de minha coleção

Créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

2 – Híbrido intergenérico (orquídea oriunda de cruzamentos envolvendo plantas de gêneros diferentes):

 

Rodriguezia pardina - Arvores 1

 

Rodriguezia pardina - Rodrettia Fiesta JPG

Rodrettia Fiesta

Planta de minha coleção

Créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

E, para aqueles que desejam se aventurar na arte da hibridação, informo abaixo alguns dos tantos gêneros pertencentes à subtribo Oncidiinae, à qual pertence Rodriguezia:  Ada, Alatiglossum, Ampliglossum, Aspasia, Baptistonia, Brachtia, Brasilidium, Brassia, Capanemia, Caucaea, Cischweinfia, Cochlioda, Comparettia, Coppensia, Cuitlauzina, Cyrtochiloides, Cyrtochilum, Diadenium, Erycina, Fernandezia, Gomesa, Ionopsis, Leochilus, Lockhartia, Macradenia, Macroclinium, Mesospinidium, Miltonia, Miltoniopsis, Odontoglossum , Oncidium, Ornithophora, Ornithocephalus, Osmoglossum, Otoglossum, Phymatidium, Psychopsiella, Psychopsis, Rodrigueziella, Rodrigueziopsis, Rossioglossum, Rhynchostele, Scelochilus, Sigmatostalix, Solenidiopsis, Solenidium, Symphyglossum, Telipogon, Tolumnia, Trichocentrum, Trichoceros, Trichopilia, Trizeuxis, Warmingia, Zelenkoa, Zygostates e seus híbridos e seus híbridos.

 

 

E agora a orquídea do dia, a fabulosa Rodriguezia pardina, descrita em 1862 pelo renomado botânico e orquidólogo alemão Heinrich Gustav  Reichenbach (1823 – 1889).

 

Rodriguezia pardina - Reichenbach JPG

Heinrich Gustav Reichenbach

Imagem retirada da internet – Site:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Heinrich_Gustav_Reichenbach

 

 

Muitos acreditam ser Reichenbach o botânico mais importante para a orquidologia, atrás apenas de John Lindley.

Reichenbach identificou, descreveu e classificou mais de mil espécies de orquídeas e, durante sua brilhante carreira, chegou a ser diretor do Jardim Botânico da Universidade de Hamburgo, na Alemanha.

 

Rodriguezia pardina - Jardim Botânico de Hamburgo JPG

Jardim Botânico de Hamburgo

Foto retirada da internet – Site:
https://en.wikipedia.org/wiki/Alter_Botanischer_Garten_Hamburg

 

 

É comum confundir seu trabalho com o de seu pai, que também foi um renomado botânico. Para facilitar a correta interpretação, em taxonomia geralmente aparece referenciado como Rchb. f., onde f = filius (filho), enquanto que os trabalhos de seu pai aparecem abreviados como Rchb.

 

Entrando na área de taxonomia, mostro a seguir a classificação completa da orquídea do dia:

 

Rodriguezia pardina - classificação JPG

 

 

Em termos etimológicos o nome desta espécie, pardina, deriva do latim: pardinus, cuja tradução seria algo como “relativo ao leopardo”, numa óbvia referência à coloração das sépalas e pétalas das flores desta orquídea, que muito se assemelha à típica pelagem dos citados felinos.

 

Rodriguezia pardina - leopardo JPG

Imagem da esquerda retirada da internet – Site:
https://cooperorchids.com/produto/rodriguesia-pardina/
 Imagem da direita retirada da internet – Site:
https://pt.best-wallpaper.net/Leopard-walk-to-you-black-background_wallpapers.html

 

 

Esta orquídea é natural do bioma Mata Atlântica da região sudeste do Brasil, mais especificamente do leste de São Paulo, Sudeste de Minas Gerais, Rio de Janeiro e, principalmente, do Espírito Santo, seu principal centro de dispersão.

 

Rodriguezia pardina - ocorrencia especie JPG

Rodriguezia pardina  –  Ocorrência

Imagem retirada da internet – Site:
https://multarte.com.br/mapa-do-brasil-com-estados-capitais-e-regioes/mapa-do-brasil-regioes/

 

 

Em seus redutos esta planta vegeta de forma predominantemente epífita em matas sombrias e úmidas localizadas em altitudes inferiores a 1.200 metros.

 

A Rodriguezia pardina é uma planta de hábito epífita, pequeno porte e crescimento simpodial. Possui rizoma curto e rastejante com raízes cobertas por tecido velame (3*). Possui pseudobulbos monofoliados, de formato fusiforme, achatados lateralmente e dispostos de forma aglomerada sobre o rizoma. Em termos dimensionais, estes bulbos apresentam em média 3,0cm de comprimento por 0,9cm de largura.

(3*) Velame: nome dado ao tecido (camada em véus) que cobre as raízes das orquídeas, e cuja principal função é a retenção de umidade. É a parte branca que enxergamos nas raízes. É no velame que se alojam os Fungos Micorrízicos Orquidóides (micorrizas), indispensáveis para a germinação das sementes de orquídeas. Ilustro o tema com fotos de Angraecum didieri e Neofinetia falcata, ambas de minha coleção:

 

Rodriguezia pardina - velame JPG

Tecido Velame

Plantas de minha coleção

Créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

Do ápice de cada pseudobulbo brota uma única folha rígida, conduplicada e de formato elíptico, com comprimento variando entre 2,0 e 7,5cm, e largura entre 0,8 a 2,5cm.

As maravilhosas inflorescências brotam da axila dos pseudobulbos maduros. Hastes finas, ramificadas e muito curtas, que possuem em média 1,2cm de comprimento, e que suportam até 5 pequenas flores ressupinadas e suavemente perfumadas, com diâmetro de aproximadamente 1,3cm.

 

Rodriguezia pardina - planta JPG

Rodriguezia pardina – Estruturas da planta

Planta de minha coleção

Créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

Estas flores apresentam pétalas e sépala dorsal de voltadas para a frente sobre a coluna, e sépalas laterais fundidas em todo seu comprimento, formando uma estrutura denominada sinsépala (4*). Em todas as estruturas citadas predomina uma linda tonalidade clara de verde, densamente pintalgada de marrom-avermelhado. No labelo, grande e plano, um branco intenso com pintas vermelhas no imaginário eixo de simetria completa esta obra prima. Simplesmente fantástica. Abaixo tento ilustrar as citadas estruturas florais:

 

Rodriguezia pardina - flor JPG

Rodriguezia pardina – Estruturas florais

Planta de minha coleção

Créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

(4*) Sinsépala: nome dado ao conjunto das duas sépalas laterais, quando estas se apresentam de forma parcial ou totalmente fundidas. Todas as plantas da subfamília Cypripedioideae, mais conhecidas como “sapatinhos”, apresentam este tipo de formação. Exemplifico com uma foto de Paphiopedilum insigne de minha coleção, que fiz com a flor quase de perfil para poder destacar a sinsépala:

 

Rodriguezia pardina - sinsepala JPG

Paphiopedilum insigne – Detalhe da sinsépala

Planta de minha coleção

Créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

Por ser originária de uma pequena região geográfica, pelo avanço da especulação imobiliária, pela expansão das fronteiras agrícolas, pelas queimadas e, principalmente pela ação predatória do homem com a coleta irregular de exemplares para fins ornamentais e comerciais, Rodriguezia pardina  é mais uma das tantas orquídeas pertencentes ao temido rol das plantas com risco de extinção (Apêndice II). Esta lista é gerada pela CITES (inglês: Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora –  português: Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção).

 

Rodriguezia pardina - CITES JPG

CITES – Logotipo

Imagem retirada da internet – Site:
https://mondodeirettili.blogspot.com/2012/04/cites-che-cose.html

 

 

A seguir relaciono algumas orientações para quem tiver ou quiser adquirir esta planta:

 

  • Para todas as plantas do gênero Rodriguezia não recomendo o uso de vasos plásticos. Eu cultivo meus exemplares fixados em placas de madeira, pequenos troncos, ou em pequenas caixetas de madeira, e sem acrescer nenhum substrato adicional. Na natureza estas plantas vegetam fixadas apenas com algumas raízes em pequenos galhos de árvores, normalmente com o vegetal aparentando estar solto e balançando ao ritmo do vento.
  • Esta orquídea aprecia uma boa umidade ambiente, isto por ser originária de regiões sujeitas a intensa nebulosidade. Se possível borrife água em suas raízes diariamente.
  • Procure cultivar esta orquídea em local com boa ventilação e bem iluminado. Minha recomendação é sombreamento em torno de 50%.
  • Ainda falando sobre ventilação, que é fundamental para o sucesso no cultivo, enfatizo que é muito importante uma boa circulação de ar. Ambientes fechados e abafados representam um irrecusável convite para pragas como ácaros, cochonilhas, pulgões e percevejos, que perfuram as diversas estruturas da planta abrindo passagem para a entrada de fungos, bactérias e vírus.
  • As plantas deste gênero preferem, e muito, locais externos. O cultivo em estufa normalmente gera lindas plantas mas com florações escassas. Esta é uma dica que julgo importante para o sucesso no cultivo.
  • Esta planta gosta de um bom calorzinho. Sugiro cultivo com temperaturas entre 15 e 35 graus. Proteja esta planta nos dias mais rigorosos do inverno e da incidência de raios solares diretos.
  • Diminua um pouco o volume das regas quando começarem a aparecer as inflorescências para evitar o apodrecimento dos botões florais.
  • Pode ser dividida como quase todas as orquídeas de crescimento simpodial, cortando o rizoma e deixando pelo menos 3 ou 4 bulbos em cada parte da divisão.
  • Uma boa adubação também é indispensável. Faça isto periodicamente respeitando as orientações dos fabricantes.

 

Aqui na região sul do Brasil floresce normalmente no início da primavera, e cada floração dura entre 10 e 15 dias.

 

 

E agora, para finalizar, algumas fotos ilustrativas do exemplar de minha coleção:

 

 

 

Rodriguezia pardina - oitibro 2019 (4)

Rodriguezia pardina

Propriedade e créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

 

Rodriguezia pardina - oitibro 2019 (8)

Rodriguezia pardina

Propriedade e créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

 

Rodriguezia pardina - oitibro 2019 (1)

Rodriguezia pardina

Propriedade e créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

 

Rodriguezia pardina - oitibro 2019 (7)

Rodriguezia pardina

Propriedade e créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

 

Rodriguezia pardina - oitibro 2019 (5)

Rodriguezia pardina

Propriedade e créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

 

Rodriguezia pardina - oitibro 2019 (3)

Rodriguezia pardina

Propriedade e créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

 

Rodriguezia pardina - oitibro 2019 (2)

Rodriguezia pardina

Propriedade e créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

 

Rodriguezia pardina - oitibro 2019 (6)

Rodriguezia pardina

Propriedade e créditos fotográficos:  Juan Pablo Heller (Curitiba – PR)

 

 

 

 

 

IMAGENS: fonte pesquisa GOOGLE

Este blog é dedicado a pessoas que, como eu, amam e cultivam orquídeas. Meu objetivo com este trabalho é conhecer pessoas, divulgar e trocar informações sobre estas plantas.

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IMAGES: GOOGLE search

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